meu corpo e' torto, livre das amarras proprias do meu ser criador, ser todo Eu. Eu te recrio,
filho de uma imagem de espelhos. No fim vejo a mim mesma. Parece ser o unico lugar ao qual consigo enxergar, por enquanto, pois me nego a qualquer rotina da morte, assumo qualquer rotina que ela me jogue, eu a engulo, mastigo ate sair o gosto da erva, depois talvez cuspa o corpo fora, ou entao o deixo assim, do lado da bochecha, formar aos olhos de outros doenca de quem nao conhece minha tradicao andina.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
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