quarta-feira, 26 de maio de 2010

Levantamento do "Coqueiro do fundo de casa"

Coqueiro do fundo de casa


O coqueiro do fundo de casa não ficava exatamento no fundo de casa, era uma espécie de labirinto que tinha um fim e neste fim encontava-se tal monumento. Era assim, proximo do final do roteiro que se podia avistar os olhos primeiros da casa. Sem enrrolações, ele ficava num lugar especial, à caminho dos quartos, proximo dos animais e emblemático soldado da frente da casa.
Ele era alto o suficiente pra crescer além do muro alto de casa. Tinha a pata tão grande e pesada que espalhava terra ao seu redor.
Suas folhas era tao largas que infinitas gerações de borboletas deixavam seus resquicios também lá.

Ele competia minha atenção com a nossa àrvore, mas analisando separadamente, o coqueiro do fundo de casa me era alcançavel.






Depois eu aprendi a subir em àrvores. Mas só bem depois

domingo, 16 de maio de 2010

Lanço-te a uma tarefa de escavação,
Uma incrível solução por meio da dor da carne
Rasga-se a pele através do encontro bruto e desesperado
carne vertical e terra. Uma briga unilateral aparentemente.
Eu cavei e...
Encontra-se alí carcassas, compostas e decompostas em formas e sinais que encontram-se. Daquilo, a carne foi afastada,
ficaram só os vestígios. Daquilo de dentro, carne antes vertical é carne de terra. Que embrulha na horizontalidade.
Depois dalí ela te percebe e te manda embora se quiser porque sua verticalidade não é alcançavel naquela profundidade.
Ela te manda pra vida, como já fez em primeiro. Mantemos uma conversa por enquanto, só assim, sem perder o contato - diz.

Volta a cena dos ossos, carcassas, e desenhos entrelaçados e imaginados.
E agora lê-se.