He's the beautifullest, fragilest
Still strong, dark and divine
And the littleness of his movements
Hides himself
He invents a charm that makes him invisible
Hides in the hair
Hidden Place - bjork
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
sábado, 30 de maio de 2015
Onde estive que não fora daquilo que me conhecia. O que me erguia tornou-se ação. Eu. Sou.
Longe de qualquer certeza.
O Som dos navios aportando é como um chamado na cerne. Sinto a raiz sacudida, uma outra vez.
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sábado, maio 30, 2015
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
Foi cedido o amor próprio. Neste fim, sumiram os lobos que eu carregava no corpo. Eles correm agora no sangue, diluindo-se cada vez mais e menos com a matéria. Não os ouvi mais, precisamente nunca. Já as pernas de cavalos incessantes, cruzaram estes dias minha imaginação. Ah! Agora já sei quem foram os que me trouxeram até ali onde estive a pouco tempo. Dalí pra frente eram asas, Oscilantes entre os topos de montanha e infinito. Meu rabo perdido virou coluna que eu agora custo desentortar.
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quarta-feira, maio 02, 2012
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sábado, 30 de julho de 2011
Enquanto flutua preso no vidro que sustenta as nuvens,
me cubro os objetos com casca de microrganismos, como layout programado simbólicamente. Gosta-se do engano, até a percepção do que foi suprimido como base. Flutua-se.
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
Eu teria um trenó.
Essa paisagem, recorrente. A nova vibração é a do odor, velho, de sangue a muito exposto ao nada. Rubro ao branco desperdiçado. Localizados, abaixo da visão dos olhos que engasgaram com as montanhas, estão os corpos: réplicas mutiladas que uma vez tentaram sobreviver.
Eu não as deixei, não deixei que fossem, apenas as seduzi até ali.
Ouço então o silêncio, não dos maxilares extraviados, mas do contato da minha própria carne contra o vento.
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segunda-feira, julho 04, 2011
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domingo, 26 de junho de 2011
Ao que estive longe do descritivo,
Tento ao máximo sentir.
Sinto a mim como quem de fora, mas não o suficiente.
Sigo tentando
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domingo, 19 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
Olhando o orgao perfurado no chao recolheu-o novamente entre os dentes, apertou-o o maximo que pode ate sentir os dentes encostarem-se por entre a carne. Levantou-se e seguiu ate o ponto mais alto da ilha, um ponto de pedra tambem. Reparou em uma pequena ordenacao ascendente de pedras, empilhadas aos deuses.
Deixou seu orgao ali no topo da Apacheta e desapareceu daquele lugar
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sexta-feira, 17 de junho de 2011
Abriu a boca exibindo ao corpo toda a potencialidade de sua mandibula.
Havia dentes e dentes, sujos e desgastados de tanto apertarem-se um contra o outro. Foi quando dali daquele trilho branco desviou-se o tal do orgao que antes em meio aquela pressao, caiu ao chao. Assim como os olhos que o seguiram no movimento.
Vai saber daltura daqual largou aquela parte de si.
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sexta-feira, junho 17, 2011
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