quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Como recuerdo de un otro pais, yo he traido juguetes para jugar aca, en esto pais mio y en todos los otros que voy a conocer,
Incluso para cuando yo vuelva al Sur - ahora que tengo un Sur.
Es como tener una hoja blanca adelante de los ojos; eres el senor, justo en el momento en que pasa a traer con los ojos por detras de los ojos lo que antes fuera sonido, la vibracion que sostiene a vos.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Todo continuo.
Vi e ouvi uma vez sobre a camera que se esta a mirar algo, congela todo o que esta ao redor deste ate voltar ao direcionamento direto do mesmo algo. Ele, o infinito se cria ali, naquela falta direcionada.

Foi aqui, hoje que perdi a loucura do cinema.
Eu vi que a magia do direcionamento era lilas, como os morros e serras que agora enxergo por conta das cordilheiras.
Vi que o fato de perder aos poucos a lucidez dos olhos e tao prematuro quanto o fato de entender aos poucos que nao enxergo o que ali esta. E que sabendo disso e da pura invencao, chego a alguma sorte de verdade, que seja esta mentira, ate extrair daquilo que vejo algo que nao esta ali quando olho.

Eu ganhei ali a magia do cinema,
a chance de tentar organizar um extra-campo todo, continuo. Mesmo que ele continue seguindo, Independente de mim. E isto e a melhor parte.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Um dedo enterrado. Aquele que aponta.
Eu enterrei milhares de animais debaxo do rabo de lobo, daquele que eu tinha no fundo de casa, o coqueiro. Depois tinha todo o caminho de volta pelo corredor e porta do fundo. Longa distancia, suficiente pra sentir minhas pernas e costas reclamarem.
Eu nunca olhava pra traz, sempre voltava ali esperando a novidade.
Nao que um dia deixei de lembrar os pequenos corpos cuidadosamente sepultados, é que ali se apresentava seara tao distinta em seus focos que o rabo passou a se sustentar daquilo tudo. Tudo junto formava o corpo. Ou pelo menos uma camada dele.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Nao era o mesmo. Nada mais seria. desde que as placas e direções começaram a torcer o olho da memória, meu coração se postou adiante.
Já havia caminhado aquelas rotas, aqueles muros e construções visitaram outrora minhas permissões. E mesmo assim eu sentia medo.
Percebi depois que o que movia esse incrível sentimento era a possibilidade de encontrar as coisas longe ou totalmente distintas daquilo que havia deixado antes de partir.

Agora estou. a dois milímetros daquilo que eu era antes.
talvez um pouco mais distante.