Enquanto flutua preso no vidro que sustenta as nuvens,
me cubro os objetos com casca de microrganismos, como layout programado simbólicamente. Gosta-se do engano, até a percepção do que foi suprimido como base. Flutua-se.
sábado, 30 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Eu teria um trenó.
Essa paisagem, recorrente. A nova vibração é a do odor, velho, de sangue a muito exposto ao nada. Rubro ao branco desperdiçado. Localizados, abaixo da visão dos olhos que engasgaram com as montanhas, estão os corpos: réplicas mutiladas que uma vez tentaram sobreviver.
Eu não as deixei, não deixei que fossem, apenas as seduzi até ali.
Ouço então o silêncio, não dos maxilares extraviados, mas do contato da minha própria carne contra o vento.
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T▲S
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segunda-feira, julho 04, 2011
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