Todo continuo.
Vi e ouvi uma vez sobre a camera que se esta a mirar algo, congela todo o que esta ao redor deste ate voltar ao direcionamento direto do mesmo algo. Ele, o infinito se cria ali, naquela falta direcionada.
Foi aqui, hoje que perdi a loucura do cinema.
Eu vi que a magia do direcionamento era lilas, como os morros e serras que agora enxergo por conta das cordilheiras.
Vi que o fato de perder aos poucos a lucidez dos olhos e tao prematuro quanto o fato de entender aos poucos que nao enxergo o que ali esta. E que sabendo disso e da pura invencao, chego a alguma sorte de verdade, que seja esta mentira, ate extrair daquilo que vejo algo que nao esta ali quando olho.
Eu ganhei ali a magia do cinema,
a chance de tentar organizar um extra-campo todo, continuo. Mesmo que ele continue seguindo, Independente de mim. E isto e a melhor parte.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
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