terça-feira, 26 de abril de 2011

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Te busquei. Eu nao te julgo. So a mim causara a dor de corte, te emprevi antes de te matar aos sonhos, alias usei destas aguas pra te afogar. Eu peguei nos remos e fiz o corte na brusquedade. Em ambos. Em terceiros, em quartos de quintos.
Fez sonar ao meu ouvido a dor de uivos. Quem nunca havia me dito, agora me deixava ouvir, e mesmo a kilometros e poucos metros de centimetros de distancia eu torci a coluna e esgarcei o ouvido. Seria mais facil te ouvir daqui, mas dai entrou a morte novamente, desta vez eu era assassinada.
Agora sem faca, sem pele, rouca. Eu tenho o deserto todo pra atravessar.

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