Quanto mais eu o agarrava mais ele rasgava a pele do meu corpo. O nao pertencimento passou a tornar-se tao bruto que agora via a incompatibilidade no sustentar. com as patas traseiras ele rasgou minha perna. E eu ainda tentei segura-lo um pouco mais, pensando talvez reservar aquilo que antes existiu. Nao sentia dor nenhuma quanto aquilo, meu corpo tinha um peso tao exorbitante que eu passei a notar o quanto a forca disso esmagava seu peito. Ele enfiava mais e mais seus dentes no meu braco. E eu nao sentia dor nenhuma, ate que o soltei.
Meu branco tornou-se ofuscado por azul, e eu passei a ouvir sua voz a muito tempo de distancia.
Eu copiei aquilo e tentei decifra-lo, ate que todo meu sangue escorra.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário