sábado, 20 de novembro de 2010

Ele olhou olhou e viu

Largou a mão da mãe rispidamente,
(Mas o problema não era ela)
torcia a feição enquanto caminhava decidido em direção ao que o transtornava.
Derrepente, parou, olhou todas aquelas flores servidas pelo chão e começou a pisar com força em cada uma delas. Sabia que feria àqueles que gostavam delas, mas era a unica forma de colocar aquela raiva em realidade, já que foi o pequeno mesmo quem as plantou todas ali. Ele sabia oque e quem ele havia trazido com a criação delas.

Ao final de duas horas, tudo estava destruido. As cores ainda estavam deitadas no chão.
Ver aquilo não fez seu pequeno coração encontrar satisfação, mas não era aquilo que ele buscava também.

Deitou ali no meio delas, naquela pequena umidade e pediu pela noite, porque ali, ali ele poderia ver alguma coisa no céu, rabiscando naquela imensa imagem, sozinho talvez.

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