Terras de cavalos
Enquanto subia aquelas colunas de dinossauros, olhava carinhosamente cada detalhe daquelas peles. Como um recuerdo dos brinquedos da infancia.
Agora tudo ali tomava seu tamanho original, o tamanho do corpo infantil.
Ao pico do que seria o ultimo-alto osso da coluna de um daqueles grandes animais, viu um Puma. Ele estava deitado, saludava aos passageiros do onibus e lhes dava as boas vindas. Ao seu redor viase tudo verde, num grande contraste com o céu azul limpo dos altos e o pelo do felino.
Quando fez-se uma curva, uma raposa parou seu ultimo movimento, observando a todos passarem por suas também terras vermelhas.
Ficou ali, imovel de corpo enquanto passavamos
A partir daí passamos a descer por dentro da montanha da Puma. Lógico, somente apos o concentimento da mesma.
E da sequidao fomos para o mundo das nuvens que tocavam o chao. Tudo se tornou escuro e frio, o vidro comecou a tornarse embassado, Ja nao viamos mais nada, apenas ouviamos os trotes e relinchos, cada vez mais perto.
Estavamos enfim em Terras de cavalos
E na manha seguinte veriamos Baleias e peixes cruzando montanhas e penhascos, cultivados no que nunca deixou de ser, um Mar. É era dali que nasciam os cavalos.
Mas fortes e antigos que nós mesmos, mais inteiricos por nao só pertecerem a natureza, mas também a mente humana.
Eu moro ali e nunca mais
Nenhum comentário:
Postar um comentário