quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Terras de cavalos

Enquanto subia aquelas colunas de dinossauros, olhava carinhosamente cada detalhe daquelas peles. Como um recuerdo dos brinquedos da infancia.
Agora tudo ali tomava seu tamanho original, o tamanho do corpo infantil.
Ao pico do que seria o ultimo-alto osso da coluna de um daqueles grandes animais, viu um Puma. Ele estava deitado, saludava aos passageiros do onibus e lhes dava as boas vindas. Ao seu redor viase tudo verde, num grande contraste com o céu azul limpo dos altos e o pelo do felino.
Quando fez-se uma curva, uma raposa parou seu ultimo movimento, observando a todos passarem por suas também terras vermelhas.

Ficou ali, imovel de corpo enquanto passavamos


A partir daí passamos a descer por dentro da montanha da Puma. Lógico, somente apos o concentimento da mesma.
E da sequidao fomos para o mundo das nuvens que tocavam o chao. Tudo se tornou escuro e frio, o vidro comecou a tornarse embassado, Ja nao viamos mais nada, apenas ouviamos os trotes e relinchos, cada vez mais perto.
Estavamos enfim em Terras de cavalos

E na manha seguinte veriamos Baleias e peixes cruzando montanhas e penhascos, cultivados no que nunca deixou de ser, um Mar. É era dali que nasciam os cavalos.
Mas fortes e antigos que nós mesmos, mais inteiricos por nao só pertecerem a natureza, mas também a mente humana.



Eu moro ali e nunca mais

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