Ele, do alto do elefante amarelo, com sua pele azul como o mar da grécia, começou a desenhar sombras com gestos, enquanto tapava o claro sol que irradiava sobre mim, naquela praia.
A grande estatura, vista daqui da areia não fazia juz ao meu tamanho. Mamae prendera meu cabelo para que nao este no fosse levado como os de minha irmã foram.
Depois do grande apuro, o episódio da praia, chegou até mim a constatação de que nao conseguia carregar aquilo tudo sozinha. Nosso corpo. A segunda parte do nosso corpo pensou en seguir un fluxo que nao aquele em que eu estava inteira. E nao que a outra nao estivesse inteira também, só que estava adiante, a idade nao alcancaba o ato. Depois dessa, eu cai mais dois anos de idade. Meu destino habia sido proposto naquele instante, eu seria a atrasada, isso en relacao a outra parte do corpo, adiantada.
Quem passou a me apoiar as pernas que desaprenderam a andar, caminhar até o mar, foram os tantos caes elefantes ursos.
Enquanto caminho, deixo marcas de pegadas que nao sao minhas, como uma marca no corpo, um corpo calado, ou melhor calejado pela protecao deles.
E eu os postei sempre a frente, como protecao do mundo,
servian a mim, e como rainha egoista os mantive o maximo possivel sobre minha escravidao. Tanto que os justifico como parte de mim, sao de cativeiro nao vao sobreviver.
agora os coloco a frente de los otros como una protección de mim mesma.
E nao me vanglorio de forma alguma pela imagen refletida no espelho, duplicada pela lente que registra cada paso.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
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