É fétido,
tecido negro enquanto escorre
me lembrou a pele do canto da boca de um carnívoro, e este é todo branco por fora, como a neve que o sustenta, maspordentro
por dentro está sangrando sangue não seu,
da ultima carne que dilacerou. Não aquela que o alimentou, mas aquela que serviu de posse, concretização de uma vulgaridade. Vulgar por nao respeitar nem a sua propia natureza interna, quis ser externo, naquilo que não é.
Ardem os olhos.
E agora do resto que foi regurgitado, ficam os fios podres entre os dentes, quizá viram cáries se não sairem dalí.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
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